"Às vezes pergunto à vidaEla nada me sabe dizer
Pelo destino é surpreendida
E cai no perigo sem saber
Quando me parece que estou feliz
De repente já não estou
A vida nada me diz
O destino a felicidade levou
A vida guarda segredos
Não os descobre a ninguém
Nem os nossos próprios dedos
Apalpam o perigo que a vida tem
O perigo está à nossa frente
Esperando a nossa chegada
Tropeçamos nele de repente
E a vida não nos diz nada
O perigo não se desvia
E nós não vemos onde está
E com ele nos leva alegria
Que às vezes a vida nos dá
Com a vida nasceu a alegria
Mas também nasceu a tristeza
Andam na nossa companhia
Mas de nada nos dão certeza
Às vezes pergunto à vida...
Se ela me sabe dizer
Porque anda tão deprimida
E eu ter tanto que sofrer"
MARIA DE JESUS AQUINO
Este foi um poema que recebi neste NATAL... No natal além das trocas de prendas fazem-se também trocas de sabedoria... Este poema foi-me oferecido pelo meu avô, que o encontrou num jornal regional e fez questão de o trazer aos netos!!!
PENSEM NO POEMA!!
2 comentários:
Essa tradição que vocês têm é bonita e original!!
Eu até me identifico com esse poema!
Pode-se dizer que o teu avô teve olho para a escolha :) magnífico
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Não é propriamente uma tradição, mas achei imensa piada o meu avô dizer que este poema era uma prenda do PAI NATAL... Realmente este poema diz muita coisa, e tem em cada verso e em cada palavra um fundo de verdade... É o meu avô é muito poético:P
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